Pautas:
- Cursos do SENAI em Terra Santa e Faro;
- Prévia do 9º FECAN;
- Entrevista com Jorge Calderaro, escritor e poeta do Oeste que participou da Feira do Livro;
- Notas de eventos;
- Série sobre gravidez - o riscos da gravidez na adolescência.
Locução de Cleuma Lima e reportagens de Tiago Chaves.
Produção: Temple Comunicação.
Saiba mais sobre o programa.
Estação MRN 68
Tópicos
Não tenho tido vontade de postar por aqui. Na verdade, tenho andando sem assunto também. Das coisas que tenho tido vontade de falar, não merecem um tópico por aqui, ou ao menos eu não acho que mereçam. Acabo falando apenas via twitter (@tiagolchaves).
Mas vou pontuar umas coisas interessantes aqui dos últimos dias:
1 - Torcer pro SP é uma coisa que dá um orgulho danado. Desde que eu me entendo por gente, e por saopaulino, nunca vi nenhum outro time sempre brigando pelos títulos dos campeonatos que disputa. E esse ano, apesar das poucas expectativas, a coisa não tá diferente. Rumo ao heptatetra inédito no Brasil.
2 - A vontade nas últimas semanas tem sido de fazer oportunidades aparecerem. E sim, estou falando profissionalmente, sem medo de dizer. Acredito que na minha atual situação, não é das melhores coisas ficar parado numa única coisa, estagnado. Mesmo que isso tenha sido culpa sua (não estou dizendo que é).
3 - Como diria uma amiga minha: desconfio de quem se diz 100% feliz e que não tem nenhum problema. Isso não existe. Todos nós sempre vamos ter alguma coisa para reclamar na vida. O que pode acontecer é de você não ter porque fazer tais reclamações, mas elas sempre irão existir. Mas eu estou feliz =D
4 - O fato de se parecer uma pessoa madura não implica em dizer que ela seja. E vice-versa. E conviver com quem não é, é dose. E não é de tequila.
Estação MRN 67
Pautas:
- Comunitários ajudam nas pesquisas de fauna e flora da MRN;
- Os participantes do 9º FECAN;
- A Proclamação da República;
- Série sobre gravidez: o papel do pai.
Locução de Cleuma Lima e reportagens de Tiago Chaves.
Produção: Temple Comunicação.
Saiba mais sobre o programa.
Estação MRN 66
Pautas:
- Última matéria da série especial de segurança no trânsito;
- A MRN irá doar computadores para escolas de inclusão digital;
- Notas de eventos a acontecimentos;
- Depoimento de empregado sobre os 30 anos da MRN;
- Primeira matéria de série especial sobre gravidez.
Locução de Cleuma Lima e reportagens de Tiago Chaves.
Produção: Temple Comunicação.
Saiba mais sobre o programa.
Ê lerê....
Definitivamente as quintas-feiras têm sido os dias mais corridos em termos de trabalho pra mim. E o de hoje (05.11) foi especialmente complicado. Parecia que Murphy estava agarrado ao meu pé e não queria largar.
Sei que é preciso se planejar para evitar situações como a que vivi hoje. Mas parece que há dias que não adianta. Você vai chutar quantas vezes for e a bola no máximo vai pegar na trave. O gol vai ser a missão impossível a ser cumprida. E tal como diz a lei, se algo puder dar errado, dará... e da pior maneira possível.
Felizmente conto com ótimos colegas de trabalho, profissionais, eficientes e colaborativos - o que não elimina o lado inverso da moeda, claro (sempre há aquele que você não considera assim). E com uma equipe assim, não há Murphy que resista. Pode tentar, pode atrapalhar, mas no final das contas a coisa dá certo. Até porque não dá certo não é uma opção. Obrigatoriamente a coisa precisa estar pronto no final da semana.
Enfim. Hoje foi um dia de certo modo diferente do que os que eu vinha tendo. E, por mais incrivel que parece, apesar dos tropeços que aconteceram, não fui acometido pelo nível de estresse que costuma me acompanhar. Fiquei com a sensação de que ele foi legal. Foi como se uma certeza de que tudo vai se resolver, que nem temos a certeza de que o mocinho vai viver no final dos filmes, tivesse pairado em mim.
Signo, humor, lua... sei lá o que aconteceu. Mas levei na boa toda a correria, atrasos e contrapesos de uma quinta-feira realmente complicada pra mim.
Massacration
O vídeo acima é de um show do Massacration, banda criada pela galera do Hermes e Renato, da MTV, pra satirizar com os "heavy metalers" ou metaleiros, como são mais conhecidos - cabelos longos, pinta da machão, solos de guitarra, gritos agudos e muita pulseira e braceletes spikes. Tudo somente de uma cor: preto. Como diz a música Metal is the Law, do próprio massacration: "never, never never use bermuda". Ou seja, um metaleiro também nunca usa bermuda.
E foi em cima de tudo isso que a banda surgiu. Uma brincadeira que acabou caindo no gosto da galera. E presenciei isso, certa vez, em um show do ginásio Altino Pimenta, em Belém (na Doca). Era show do Angra, se não me engano (PS: O Angra é uma das maiores bandas de Metal do Brasil) . Antes do show começar, o apresentador anunciou a agenda de shows pro ano. Além de uma nova apresentação do Angra, ainda teria Shaaman (outra grande banda). Tudo sempre sob aplausos da galera. Mas a vibração maior foi mesmo quando se ouviu o nome "Massacration".
É legal ver esse tipo de situação. Metaleiros valorizando um grupo que brinca com eles mesmos. Lembro de um colega comentando (um dos poucos contrário à banda): "Pôoo, lá vem estes caras sacanearem". Mas eu gosto deles. Apesar da brincadeira, as músicas são boas até (pra quem gosta do estilo, claro).
Mas é óbvio que os "intelectuais" do mundo metaleiro não concordam com todo esse sucesso da banda, que tem um CD lançado. Prova é o vídeo abaixo, onde o Kiko Loureiro, guitarrista do Angra e um dos melhores do mundo, segundo revistas especializadas, pagou o mico ao anunciar determinado prêmio para o Massacration.
Dizem que essa gafe foi ensaiada, que tudo foi brincadeira... sei não.
Enfim... resolvi postar porque depois de um tempo resolvi escutar a banda novamente. Achar graça das letras e até mesmo curtir o som deles. Espero poder assistir a um show ao vivo deles, um dia quem sabe.
Estação MRN 65
Pautas:
- Quarta matéria da série especial sobre segurança no trânsito;
- Inauguração da Escola Rural em Terra Santa;
- Entrega do Posto de Saúde do bairro Aparecida, em Terra Santa;
- Depoimentos de alunos durante a cerimônia de premiação do concurso de redação MRN 30 Anos;
- O Festival do Caju, em Faro.
Locução de Cleuma Lima e reportagens de Tiago Chaves.
Produção: Temple Comunicação.
Saiba mais sobre o programa.
Homenagem
Deixa eu fazer uma pequena homenagem à Ana Danin (www.30euns.blogspot.com/) - e um agradecimento também, claro, à ela que é a mãe mor da creche da Temple Comunicação (local em que trabalho e que ela trabalhou).
Foi com ela que aprendi a gostar de produzir e gravar programas de rádio. Aliás, não só eu, mas acho que todo mundo que produz alguma coisa no IDE Studio (estúdio de áudio da Temple) tem alguma influência direta ou indireta da Ana. Ela é a mãe de dois dos maiores programas de rádios produzidos na agência: o Sintonia (da Alcoa Mina de Juruti) e o Estação MRN (da Mineração Rio do Norte e que vocês conferem aqui semanalmente).
Com relação ao Estação MRN, ela é a mãe, mas como a Elen Neris (amiga em comum) falou, a Ana não criou, "apenas pariu" \o/. Mas com o Sintonia a história é bem diferente. Ele é cria dela, tem o sangue da Ana ehehehe. Bem mais antigo que o Estação MRN, o Sintonia deve ter proporcionado muitas histórias pra Ana e, consequentemente, alegrias (geralmente aliadas à um nível de estresse peculiar dela).
Lembro do caso "você sabe o que é um quelônio?", que era parte de um OFF da repórter e que a mesma não conseguia gravar de forma alguma. Entendam bem: há alguma dificuldade em ler "você sabe o que é um quelônio?"? Não né? Pois pra repórter parecia que tinha. Foi uma árdua luta conseguir essa gravação (e dá-lhe Ana se estressando batendo o telefone ehehehe).
E foi com estes causos, que eu comecei a trabalhar com rádio. Não queria, disse pra agência toda que eu nunca gostei disso, que na universidade sempre fugia das gravações. Mas não teve jeito. A Ana um dia me ligou, eu estava em Porto Trombetas (MRN), e ouvi dela: faz o roteiro da segunda edição do Estação MRN pra amanhã, te mandei por e-mail o modelo da primeira. Foi na marra, mas fiz. E ao longo dos meses seguintes eu assumi o programa, mas sempre com a Ana revisando, dando dicas e ensinando a mim e a todos da agência que lidavam com isso.
Então eu queria agradecer a Ana pelo conhecimento que tenho hoje, pela experiência em fazer um programa de rádio. Resolvi escrever isso hoje porque a Ana se emocionou durante a gravação do Sintonia. Seria a última edição do programa. Seria, Ana... seria ;)
